sábado, 17 de outubro de 2009



A mistura do particular com o alheio

A mania da atual presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Pará (Adepol-PA) em fazer uso da entidade como se fosse propriedade sua se estende até ao site da associação, no qual são veiculadas inverdades, fruto de sua insatisfação pessoal e de seus seguidores.

O texto publicado no dia de ontem, 15, intitulado “RESULTADO ELEIÇÕES ADEPOL – 2009” é um exemplo desse comportamento aético, pois veicula opiniões equivocadas, passando a categoria uma versão distorcida da verdade dos fatos, chegando a fazer acusações falsas e torpes contra a Comissão Eleitoral, cuja presidente foi uma escolha da chapa da situação para a Eleição/2009 da Adepol-PA feita na última reunião ocorrida dois dias antes do pleito.

Um dos trechos do citado texto faz um afirmação absurda de que “Diante da situação as duas chapas concorrentes decidiram anular o pleito, e a mesa apuradora acatou a decisão (grifamos), assim como a não contagem dos votos. A chapa AVANÇAR AINDA MAIS NAS CONQUISTAS entendeu que essa decisão contrariou as normas estatutárias e por este motivo recorreu pedindo a contagem dos votos, o que foi negado na oportunidade pela comissão eleitoral. A mesa apuradora decidiu lacrar ...” (sic)

Qual a versão real, verdadeira, dos fatos em oposição ao texto aspeado?

A verdade é que não foram as chapas concorrentes que anularam o pleito, pois, não tinham e não têm esse poder!

Quem anulou o pleito foi a Comissão Eleitoral, denominada de mesa apuradora no referido texto do site da Adepol-PA, comissão essa constituída de três delegados associados cuja decisão unânime foi comunicada por sua presidente.

A “mesa apuradora” não acatou e nem deveria acatar decisão das chapas concorrentes! Até porque estava sob constante observação e pressão de dezenas de correligionários da chapa da situação!



E a decisão da mesa se fundou na constatação de divergência entre o número de votos (cédulas depositadas nas urnas) e a quantidade de assinaturas dos votantes. E diante dessa irregularidade, as chapas “Coragem de Vencer” e Transparência e Modernidade” argüiram a ANULAÇÃO da eleição, tendo em vista que tal vício eivou de nulidade o pleito, conforme dispõe o Estatuto da Adepol-PA no § 3º de seu art. 70 que enuncia: “Não sendo coincidente o número de cédulas com aquele dos eleitores será anulada a eleição, procedendo-se da forma determinada no § 1º do art. 72”.

Portanto, a afirmação de que a mesa apuradora (Comissão Eleitoral) acatou a decisão das chapas concorrentes é uma acusação graciosa e leviana, atentando contra a dignidade dos integrantes da referida comissão, querendo fazer crer que foram marionetes manipuladas pelas chapas ditas opositoras.



Como se depreende do texto, a presidente da Adepol-PA se arroga ao direito de impor suas verdades usando inadequadamente o site da entidade a seu inteiro dispor, citando o nome da chapa da situação da qual faz parte como vice-presidente e referindo-se às chapas “Coragem de Vencer” e “Transparência e Modernização”, apenas como concorrentes, ficando patente sua intenção em querer manipular, “teleguiar”, como se diz de forma coloquial, a Assembléia Geral a ser convocada, quando tentarão fazer prevalecer suas vontades.

É uma mentira deslavada afirmar que foram as chapas concorrentes que “decidiram anular o pleito”, parecendo que os demais são crianças ingênuas, desconhecedores de elementares conhecimentos jurídicos, como se os opositores pudessem anular qualquer coisa. Se pudéssemos anular alguma coisa já teríamos anulado outras ações aéticas da atual gestão.



Essa acusação torpe, irresponsável, passando a levantar suspeita sobre a presidente da Comissão Eleitoral, atenta contra a lisura com a qual se houve, principalmente tratando-se de uma colega que apesar de sua frágil condição de saúde, de forma gentil e abnegada, no sacrifício, se doou a tão nobre missão exercida com imparcialidade, principalmente sob a fiscalização de todos.

Se foi um único voto, a disposição estatutária não estabelece quantitativo, conforme pode ser constatado através do dispositivo acima transcrito.

Portanto, a divergência pode ser de mil, de um ou de meio voto, que será causa de nulidade, pois, divergência é divergência, não se medindo seu tamanho. Mas, isso é uma questão de hermenêutica.


quinta-feira, 15 de outubro de 2009





A ELEIÇÃO DA ADEPOL-PA NÃO VALEU!







Foi uma festa com final melancólico a eleição de hoje da Associação dos Delegados de Polícia do Pará (Adepol-PA), quando mais de 350 delegados compareceram à sede da Adepol-PA para votar nas três chapas: “Coragem de Vencer”, “Transparência e Modernidade” e “Avançar ainda mais nas conquistas(?)”, pela ordem na chapa de votação.

O pleito iniciou às 9 horas, quando já havia aproximadamente 30 delegados que se distribuíam no apertado auditório, sala de recepção e corredor, inclusive alguns de serviço que precisavam votar e retornar para suas delegacias, algumas de municípios próximo a capital, quando a delegada Perpétua Picanço finalmente entregou um envelope contendo as cédulas de votação, que precisavam ser rubricadas pelo três integrantes da Comissão Eleitoral (CE), que tiveram que se desdobrar para rubricar as cédulas, ante a ansiedade dos votantes que já aguardavam, alguns, desde às 8 horas.


Ao chegarmos ao edifício Palácio do Rádio, na avenida Presidente Vargas, centro de Belém, às 07 horas, já encontramos integrantes das duas chapas, sendo que o apertado espaço existente na entrada do prédio, tanto na parte externa, como da recepção estava tomado por baners, cartazes e adesivos das chapas, predominando os da chapa da situação, contrariando o que ficara previamente estabelecido em reunião das chapas.


O único material que a chapa “Coragem de Vencer” levou foram dois baners, folders e adesivos.

Ao observármos que no local de recepção do prédio, próximo aos dois elevadores, havia dois baners da chapa da situação e um da outra chapa concorrente, dirigimos-nos até o marido da presidente Perpétua Picanço, ponderando que, argüindo o princípio da isonomia e da cordialidade que deve haver entre chapas concorrentes, principalmente quando se tratam de colegas de profissão, pedindo que este nos cedesse espaço para colocarmos um de nossos baners, quando então ficariam representadas as 3 chapas de forma proporcional naquele privilegiado espaço. Mas, eis que o “primeiro damo” da associação em um rompante de posseiro, com descortesia e intransigência bradou: “Eu cheguei primeiro. Não vou tirar nada! Se quiser pode colocar em outro lugar”, tendo, inclusive, havido a intervenção de colegas da outra chapa em nosso favor, mas o príncipe consorte continuou intransigente.


Só restou a nós a alternativa de usarmos nossos dois únicos baners e folders na sala de recepção da Adepol-Pa e na parede próximo a entrada. Mais tarde, o “primeiro-damo” ao verificar isso, passou a afixar cartazes e adesivos por todas as paredes da sala de recepção, conforme mostram as fotos acima, assim como nas paredes do corredor e até, pasmem, no piso desde a entrada do elevador até a sala de votação, num espaço de aproximadamente 50 metros em afrontosa demonstração de desperdício de farto material empregado na campanha, desnecessário, diante da qualidade do eleitorado.


Outros incidentes foram observados e o que mais sofreu censura das mulheres foi o fato de terem que dividir o banheiro com os do sexo oposto, já que o banheiro da sala da presidente da Adepol-PA e atual candidata a vice ficou indisponível para as colegas, diante de sua privilegiada disponibilidade apenas para a presidente e quem sabe seu marido.


Terminada a votação às 18 horas, iniciou-se o processo apuratório, inicialmente com a contagem das cédulas de votação depositadas na urna e a conferência das assinaturas, oportunidade em que detectou-se a divergência da quantidade de cédulas com o número de assinaturas, fulminado de ilegalidade o pleito que viria ser declarado nulo pela presidente da CE.


 Essa decisão foi provocada pelos representantes das chapas “Coragem de Vencer” e “Transparência e Modernidade”, Rubenita Pimentel e Luiz Fernandes, respectivamente, argüindo a nulidade do pleito, à inteligência do § 3º, do art. 70 do Estatuto da Adepol-PA que assim dispõe: “Não sendo coincidente o número de cédulas com aquele dos eleitores será anulada a eleição, procedendo-se da forma determinada no § 1º do art. 72”.

A situação poderia ter tido sua condução de forma pacífica e educada, considerando-se que ali todos possuem formação jurídica, alguns mestres e doutorandos, com a obrigação de conhecer regras processuais elementares de Direito, mas, as atitudes foram não condizentes com a presunção de conhecimentos jurídicos, tendo os atores passado a berrar seus “achimos” e interpretações equivocadas quanto a elementares conhecimentos jurídicos, chegando um deles a ameaçar a presidente da CE de impetrar mandado de segurança, como se esta estivesse exercendo uma atividade pública, a configurar como autoridade coatora no writ.

Lamentável a conduta dos colegas da chapa da situação inconformados com a decisão da presidente da CE, cuja decisão segura e convicta, ensejou sofrer constrangimento, principalmente pelo seu frágil estado de saúde e que ali estava sem ônus, apenas para colaborar com o processo eleitoral, sendo a mais atacada pelo “bi-vice” Dilermano, candidato a presidente pela chapa da situação, havendo a intervenção de outros colegas para que se contivesse. Vale ressaltar que uma experiente colega também deu seu show de “achismo”.


Resultado: as cédulas foram acondicionadas em um envelope e lacradas, tendo o “bi-vice” exasperado ainda insistido que a presidente da CE levasse para sua casa, sendo vencido diante de outros argumentos de que tal material permanecesse depositado na sede da Adepol-PA.


Foi apresentado um requerimento de DILERMANO insistindo com a contagem dos votos, dizendo em tom ameaçador que iria interpor medida judicial contra a presidente da CE, o que, se vier acontecer pode resultar em uma longa ação judicial.


Parece ser essa a intenção da chapa da situação, pois, na eleição de 2007, um dos representantes de uma chapa concorrente obteve medida liminar para suspensão do pleito, sob a alegação de inelegibilidade, tendo Perpétua obtido a cassação dessa liminar, cuja ação até hoje não teve seu mérito julgado.


Só que desta vez os rumos de suas ações podem ter resultado diverso da anterior.  

quarta-feira, 14 de outubro de 2009











Amanhã é o dia-D

            Amanhã, dia 15 (quinta-feira), é o dia da eleição para a diretoria do próximo biênio da Associação dos Delegados de Polícia do Pará (Adepol-PA).


            Durante os poucos dias de divulgação deste blog procuramos levar ao distinto leitor as nossas propostas, nossos propósitos e os motivos de nossa candidatura, mostrando que os nossos concorrentes não possuem perfil para representação de uma importantíssima categoria, deixando que os Governantes, além da não darem a merecida atenção, posterguem direitos inalienáveis, chegando a descumprir decisões judiciais, sem que haja a resposta da nossa associação.
           
            O pior da atual diretoria, que tem como presidente a colega PERPÉTUA PICANÇO, além de seu comportamento omisso, tímido, por razões suspeitas, não cumpriu o que ficou deliberado várias vezes em Assembléia Geral – não processando a Governadora do Estado, afrontando a vontade soberana dos colegas que acorreram às assembléias.
           
            Assim, os candidatos concorrentes, tanto o candidato da situação – DILERMANO TAVARES, como o da outra chapa concorrente – LUIZ FERNANDES, incorreram em omissão, tornando-se de certa forma em inimigos da categoria.


            DILERMANO, na condição de vice-presidente, administrando conjuntamente com a atual presidente, desonrou a outorga que possui, de atender aos anseios da categoria e deixando de dar cumprimento às deliberações em assembléia.


            E quanto a LUIZ FERNANDES, como Delegado-Geral por 4 anos, teve a oportunidade de avançar em nossos direitos na Lei Orgânica da Polícia Civil, todavia se limitou a olhar para o seu umbigo, criando apenas direitos pessoais.


            Portanto, está nas mãos dos integrantes da categoria mudar essa situação ridícula que envolve a todos.


            Cabe, diante da convicção de cada um, livre das amarras da subordinação hierárquica, do assédio moral, da possibilidade de exonerações mesquinhas e remoções imorais, dar sua resposta silenciosa, mas, importantíssima, rumo a dias melhores inaugurando um Novo Tempo de ações corajosas, pautadas na inteligência e na formação jurídica que todos temos mas que não tem sido posta em prática.


            A expressão “Dia-D” em inglês significa “Day of Destruction” (Dia da Destruição) serviu para denominar o dia do ataque das tropas aliadas na Normandia, durante a II Guerra, para a libertação de Paris e toda a França da ocupação nazista, significando por fim o Dia da Libertação.


            Portanto, amanhã é o Dia-D – de delegados, de discernimento, de definição, de decisão, de libertação da Adepol-PA das amarras do continuísmo, da subserviência, da submissão, do comodismo, do conformismo, enfim daquilo que atenta contra a dignidade de toda uma categoria, quando os associados, mesmo aqueles que nunca ou que pouco comparecem às assembléias, por motivos pessoais óbvios, terão a oportunidade de sufragar, sem quaisquer injunções, na liberdade do voto secreto, o nome da chapa “Coragem de Vencer”!


            Até a vitória colegas!



Rubenita Monteiro Pimentel
Delegada de Polícia Civil,
Candidata a presidente pela “Coragem de Vencer



terça-feira, 13 de outubro de 2009

CÉDULA DE VOTAÇÃO


Colegas,



Na ordem do sorteio a chapa que mais se destaca em ousadia, vontade de trabalhar e dar outros rumos para a nossa categoria, ficou na primeira posição na ordem de impressão.


No dia 15, quinta-feira, você receberá uma cédula no formato abaixo e, quando estiver no silêncio do voto, marque a opção correta para que você possa ser testemunha de um novo tempo na nossa Associação!



Rubenita Pimentel
Candidata a Presidente da ADEPOL-Pa.





“A CRÔNICA DE UM BLEFE ANUNCIADO”

 O piti do bi-vice


 
Na tarde de hoje, no auditório da ADEPOL-PA, quando se reuniram representantes das 3 chapas para definir as regras do dia das eleições, situações inusitadas, que muito se pareceram com  as comédias infantis mexicanas trouxeram certa descontração diante da hilaridade.




Por entendermos  importante repassar aos colegas  eleitores o que ocorre nos bastidores, usamos deste espaço para comentar  o comportamento de "pequeno birrento" do delegado candidato a presidente da ADEPOL-PA, pela chapa da situação, que já está sendo chamada “Avançar ainda muito demais perpetuamente nas conquistas” (!rss...).


 Após as deliberações, enquanto era lavrada a respectiva ata, os presentes passaram a conversar  animadamente amenidades, reinando a descontração,  deixando momentaneamente o caráter solene daquela reunião. 


 
Recentemente um fato  que teria nascido no interior da ADEPOL foi veiculado de forma picante em dois jornais, sendo objeto de comentário neste blog referente ao café da manhã no último domingo, nas dependências da ADEPOL, antecedendo a romaria do Círio, convidando apenas os delegados aposentados.



Essa situação levou um colega a, informalmente, interpelar a delegada PERPÉTUA se realmente houve aquele comensal, obtendo uma resposta breve emoldurada de indisfarçável  irritação, de que aquilo não ocorrera.



A seguir, aproveitando o ensejo, resolvi questionar o bi-vice DILERMANO sobre outra noticia, desta vez publicada no site da ADEPOL, de  que a presidente PERPÉTUA havia sido recebida pela Governadora do Estado, para reiniciar o diálogo sobre a questão salarial encerrado durante o Fórum Mundial, em janeiro/fevereiro passado, travando-se o seguinte diálogo:

Rubenita:  Dilermano, você compareceu  no encontro da PERPETUA com a Governadora?
Dilermano:  Não!


Rubenita:   Mas, esse encontro ocorreu?

Dilermano:  Sim!

Rubenita:  Onde ocorreu? Em que horário? Quem esteve presente? O que foi decidido?
Dilermano:   Não vou dizer!


Rubenita:     Por quê?

Dilermano: Porque não, não vou dizer!
Rubenita: Mas é uma informação de interesse coletivo!
Dilermano: No momento certo vocês vão saber!
Rubenita:  Momento certo??????????????

Um dos colegas, diante das respostas, provavelmente levado a lembranças infantis, cantarolou descontraidamente:  



Ô Menininha onde tá teu pai? 
Num chabo, num chabo, num chabo...”




Pronto! O candidato DILERMANO, “expert” em Gerenciamento de Crises, desceu das tamancas e tomado de um exagerado chilique, reagiu aos berros, querendo reprimir o colega que não se submeteu a arrogância de DILERMANO, retrucando a altura.


Foi uma cena deprimente para quem se candidata a um posto que exige  muita paciência, diplomacia e conduta ética diante de negativas e provocações de toda sorte.


 
Saímos da reunião com a certeza de que nossa associação necessita urgentemente sair das mãos de colegas que se apresentam em total falta de sintonia com o perfil que o posto exige!




                               ******************
Ainda no dia de hoje, por volta das 19h estivemos na Delegacia Geral, onde estavam reunidos os representantes das superintendências regionais que para cá se deslocaram com a expectativa de que assistiriam ao DEBATE ENTRE OS CANDIDATOS A PRESIDENTE. O debate que não ocorreu por  conta desse mesmo delegado nervosinho. Lamentável!

Rubenita Pimentel
Candidata a Presidente da ADEPOL-Pa.



segunda-feira, 12 de outubro de 2009



DILERMANO FOGE AO

DEBATE!!!

Colegas,


Como vocês puderam acompanhar não foi realizado o debate proposto por uma das chapas concorrentes à Eleição da Adepol-PA no próximo dia 15 (quinta-feira) entre o candidatos a presidente . E isso não dependeu de mim!

A prática democrática que poderia ser seguida nas próximas eleições, caiu por terra diante do descaso, medo e covardia, principalmente do delegado DILERMANO, que nem ao menos se deu ao trabalho de elaborar uma desculpa, apesar do reiterado convite!

Essa atitude leva-nos a tirar várias conclusões!

Se em um momento em que ele precisa demonstrar coragem, precisa infundir credibilidade aos colegas enquanto eleitores, ele foge do debate, como iria se portar já detentor do mandato de 2 (DOIS) ANOS? Tire suas conclusões, colega!

A categoria dos delegados de Polícia do Pará precisa de alguém para presidir sua Associação que enfrente qualquer desafio não só para a defesa de seus direitos, mas para sua dignificação.

Não me surpreende essa sua atitude, pois, o silêncio já é uma marca de sua trajetória como vice-presidente por 2 (DOIS) BIÊNIOS na ADEPOL, assim como, em sua vida funcional, sempre “entrando mudo e saindo calado”, de acordo com a sua conveniência.

Sua atuação nos cargos de relevante destaque que ocupou foi tímida e sem produzir nenhuma ação concreta que tivesse como alvo a categoria! Aliás, DILERMANO já é conhecido por “deixar pela metade” o que se propõe a fazer. Até seus colegas de chapa sabem disso, tanto que a atual presidente o escolheu.

Tal afirmação pode ser confirmada pela sua meteórica passagem como Diretor da ACADEPOL, deixando-a às pressas para assumir a DPM (2002). Em 2004 assumiu a Direção do IESP, de onde saiu às carreiras por conta de um convite para ocupar a Direção da SEGUP, saindo em dezembro/2006, ao final do Governo passado, para, depois de vagar meses pelo DECS, assumir o “Escritório de Gerenciamento de Crises”. Que crises ele tem gerenciado?

Sempre procurando atender seus interesses pessoais, sem qualquer envolvimento ou compromisso com a instituição, por certo não seria diferente com a sua categoria!

Mas, eis algumas das perguntas que seriam feitas ao concorrente, que tenho dúvida se seriam respondidas:

1ª) Por que nas duas vezes – 2004 e 2006 quando foram votadas as alterações da Lei Orgânica da PC a ADEPOL se omitiu em atuar junto ao relator ou as comissões da Assembléia Legislativa para inserir direitos à categoria, entre os quais a APOSENTADORIA ESPECIAL e a melhoria salarial?

2ª) Por que até hoje não foram cumpridas as deliberações da categoria feitas em Assembléia Geral, que constam das respectivas atas, entre as quais processar a governadora Ana Júlia por descumprimento de ordem judicial (pagamento da ISONOMIA)?

3ª) O primeiro e último encontro que supostamente teria ocorrido entre a Governadora e a atual Presidente PERPÉTUA no último dia 08, conforme anunciado no site da ADEPOL, contou com a sua participação como vice-Presidente? Se negativo por que o senhor foi deixado de fora? Se afirmativo, por que isso foi omitido na “notícia” da ADEPOL?

4ª) Considerado pelo senhor como “arcaico” o nosso Estatuto, inclusive alvo do ataque de sua chapa, pois conta com candidatos inelegíveis, como o senhor, que já acumulou por 2 biênios consecutivos o cargo de vice-presidente e de sua candidata a vice, por que, nesses QUATRO ANOS não houve qualquer empenho de sua parte para que ocorresse alterações em nossa norma estatutária?

5ª) Quantas e quais as ações judiciais de cunho coletivo foram ajuizadas nas duas últimas administrações da qual o senhor é VICE-PRESIDENTE e qual o seu resultado até então?

6ª) Por que a ADEPOL-PA, da qual o senhor é vice-presidente, nunca ajuizou nenhuma ação para regularizar a progressão funcional da categoria, com um atraso de mais de dez anos, que tem trazido consideráveis prejuízos de natureza econômica para a categoria?

7ª) Por que o senhor não adotou nenhuma providência, como vice-presidente, para que fosse disponibilizada aos associados, a prestação de contas da ADEPOL-Pa nos últimos 4 anos?

Se os colegas têm dúvidas com relação ao candidato que melhor representaria os vossos interesses, ainda há tempo!
Mandem e-mail, façam ligações telefônicas, interpelem esse candidato sobre essas questões, para, ao final, deixar de lado a amizade, a simpatia, a acomodação e votar com Coragem de Vencer contra a apatia que se instalou na nossa associação nos últimos anos!



Rubenita Pimentel,Delegada de Polícia,

Candidata a presidente da ADEPOL-PA pela “Coragem de Vencer”


domingo, 11 de outubro de 2009









A estranha notícia do diálogo
 com a Governadora


Foi postado no site da Associação do Delegados de Polícia do Pará (Adepol-PA), no dia 9 do corrente, a seguinte notícia: “GOVERNO REABRE DIÁLOGO COM OS DELEGADOS – A presidente da ADEPOL Perpétua Picanço, nesta quinta-feira (08.10) foi recebida pela Governadora Ana Júlia Carepa. A reunião teve como objetivo a reabertura do diálogo com os delegados de polícia, que estava fechado desde a greve da categoria deflagrada por ocasião do Forum Social Mundial” (sic).


Faltando menos de uma semana para a Eleição da Adepol-PA, essa “notícia” parece inusitada, estranha e pueril como um “conto de carochinha”, pois, é público e notório que PERPÉTUA é adepta do PT, tanto que esteve em palanques com a governadora em alguns interiores nas últimas eleições municipais, todavia, em 2 anos e 10 meses durante o chamado “Governo do Povo” nada conseguiu para a categoria. Nem ao menos ser recebida formalmente, apesar de dezenas de ofícios enviados a chefe do Executivo.


A notícia é vaga, economizando nas palavras, sem indicar o local desse diálogo, quanto tempo durou, como se deu, sem constar registro de imagens desse histórico encontro. E soa estranha porque, suscita várias interrogações, perguntas que os colegas devem estar se fazendo e que por certo, gostariam de fazer à PERPÉTUA, como:


1)    A que horas ocorreu esse diálogo?
2)    Onde ocorreu? No CIG, no Palácio dos Despachos ou em outro lugar?
3)    Quem acompanhou PERPÉTUA nesse encontro? Apenas seu marido ou outros delegados? Quem?
4)    O atual bi-vice DILERMANO, candidato a presidente, participou desse encontro?  
5)    Outras entidades participaram desse encontro, como por exemplo o Sindicato dos Delegados ou pelo menos houve convite?
6)    Esse encontro teve registro de imagens (fotografias e filmagens)?


Enquanto essas perguntas ficam no ar, parecendo mais um daqueles encontros secretos, que depois não resultam em nada para categoria. Seria um estratagema de campanha eleitoral, visando criar expectativas vãs nos colegas e a obtenção de votos para a chapa da situação, como se a categoria fosse composta de incautos, desprovida de inteligência? "Você pode enganar a todos por algum tempo, e a alguns por todo o tempo, mas não consegue enganar a todos por todo o tempo".


sábado, 10 de outubro de 2009

Os candidatos DILERMANO e PERPÉTUA se ridicularizam





















Indignada! É como me sinto diante da divulgação pela mídia de atos ridículos praticados pelos candidatos DILERMANO e PERPÉTUA, da chapa da situação – convidar alguns aposentados para um café da manhã na Adepol-PA no domingo do Círio. Primeiro na edição de ontem, 09, do DIÁRIO DO PARÁ e hoje no jornal AMAZÔNIA, recorte anexo – clicar na imagem para aumentá-la. E essa idéia grotesca que parece não envergonhá-los, envergonha a mim e certamente aos demais colegas que possuem formação política, a de que candidatos como delegados que são, praticam uma forma de estelionato eleitoral e uso indevido de bens que não são seus – o patrimônio da Adepol-PA. O pseudo prestígio que a dupla quis dar aos nossos colegas aposentados se constitui em cinismo e oportunismo barato, aproveitando um momento religioso para usar a boa fé desses senhores envolvendo com mais imoralidade sua campanha espúria! Por que a ADEPOL, através de sua presidente e seu vice, nos anos passados não abriram as portas da nossa sede para o mesmo fim? Simples, não precisavam dos votos desses honrados senhores, que merecem mais consideração pelo muito que deram à nossa instituição!


Piores coisas podem vir. O que se esperar de uma pessoa como a delegada PERPÉTUA e seu acólito de chapa – delegado DILERMANO? Será que uma delegada de classe "B" que recebe uma remuneração aviltante, tanto como a imensa maioria dos colegas, está usando recursos próprios para promover um café da manhã para 60 pessoas? Vale ressaltar que nos 5 (CINCO) anos como presidente, essa senhora nunca fez uma prestação de contas! E não foi por falta de pedido, pois vários colegas, inclusive esta candidata, suplente da atual diretoria, bem que peticionou e não obteve resposta.


Quanto ao delegado DILERMANO, bi-vice, agora pleiteando emplacar mais um biênio, desta vez como presidente, contrariando o que preconiza o nosso Estatuto, que ele chama de “arcaico” - em 4 anos de mandato como VICE não se preocupou em propor alterações e, ao compactuar com tal imoralidade, somente reafirma o seu objetivo como candidato a presidente da ADEPOL: ajudar a PERPÉTUA continuar NADA fazer!


Que “conquistas” podem ser destacadas pela atual Diretoria da nossa Associação?


Ao ser questionado por mim sobre isso, esse delegado saiu-se com esta: “Os precatórios”! E ouviu de mim o seguinte: “Ora, os precatórios são conseqüências do Mandado de Segurança impetrado em 1994!”. Qual a dificuldade?  Somente alguém com esterilidade de idéias e argumentos pode responder de tal forma!


Desprovidos de idéias que possam dignificar a nossa categoria tão humilhada pelo Poder Público, desprovidos de coragem e intrepidez, usam métodos mesquinhos, como se estivessem diante de um “curral eleitoral” quando as pessoas humildes trocam votos por dentaduras, óculos de grau, cestas básicas, passagens de ônibus etc.!


PERPÉTUA e DILERMANO, respeite-nos! Seus atos ridículos também nos atingem e nos ridicularizam! Somos integrantes de uma carreira jurídica, dignos servidores públicos, politizados e, embora com um salário indigno, temos dignidade suficiente pra rejeitar suas manobras repugnantes, insistindo em permanecer na indolência que os acomete há anos!!!


Rubenita Pimentel, Delegada de Polícia Civil
Candidata a presidente pela chapa "Coragem de Vencer"

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

DIGA "NÃO" AO ASSÉDIO MORAL!


Um dos itens do programa de chapa               “CORAGEM DE VENCER” é a elaboração de anteprojeto de lei e trabalhar junto aos parlamentares a quando de alteração da LOPC, para dispor sobre o assédio moral como transgressão disciplinar passível de demissão.
De acordo com sua intensidade essa prática nociva, mesquinha, abjeta, assemelha-se à tortura, atualmente definida como crime - “constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental” (I, art. 1º , da Lei 9.455/97).

Não foram poucas as vezes que em meus quase 18 anos de atividade policial sofri e soube de colegas que foram ou vem sendo vítimas de um comportamento desumano e antiético do agente público na condição superior hierárquico. Já me deparei com colegas aos prantos, tanto homem quanto mulher, mas que acabam sufocando a vontade de responsabilizar o autor da ação asquerosa, haja vista a falta de uma regra específica.


Quando Presidente da ADEPOL-Pa., os colegas que procurarem a entidade para reclamar desse tipo de violência, receberão apoio e assistência jurídica, objetivando coibir prática tão nefasta.


Venho recebendo postagens de colegas que optam pelo anonimato, em uma demonstração da opressão em que vivem em seus locais de trabalho, sob a mira implacável de superiores tiranos.


Colegas, para vocês terem idéia dessa prática imoral na administração pública, ontem, ao ter publicado um texto meu em O LIBERAL, intitulado "ASSÉDIO MORAL", cópia acima - (clicar na imagem para aumenta-la), recebi censura de alguns colegas e constatei que a prática já parece normal, tanto para assediadores como alguns assediados.


Se você é ou foi vítima de Assédio Moral na instituição policial, eis mais uma razão para votar com “CORAGEM DE VENCER”!





Rubenita Pimentel
Candidata a presidente da ADEPOL-Pa.




terça-feira, 6 de outubro de 2009


A DESELEGÂNCIA VERBAL DO CANDIDATO LUIZ FERNANDES


Colegas,


Chamo a atenção para o tratamento que o delegado LUIZ FERNANDES daria aos Associados se chegasse a assumir a presidência da ADEPOL-PA. Trata-se de uma resposta muito deselegante, endereçada a mim, postada no Blog da sua chapa, mas que traduz o desespero do candidato.

Para mostrar quem é um dos pretendentes à presidência da ADEPOL-PA reenvio a vocês. É mais uma forma de conceder a possibilidade de avaliação do perfil dos candidatos. Transcrevo meu texto inicial e em seguida a resposta de LF por partes, com minhas réplicas. Leia a seguir:



Prezado Colega candidato,


inicialmente gostaria de lhe informar que por engano, erro de digitação (ou desconhecimento?) a isonomia NÃO foi pleiteada judicialmente, no ano de 1995, mas no ANO DE 1994! Em junho/1994 observando o prazo do MS e que seria julgado em dezembro/1994 pelo Pleno do TJ-PA.

Mas, a questão q. NÃO QUER CALAR é a seguinte:


Em seu texto, o sr. Diz “... ao chegar a Belém, convidei a presidenta da Associação, Senhora Delegada Perpétua, ao Gab./DG, ocasião em que a coloquei inteiramente a par da alvissareira situação e nitidamente favorável aos nossos interesses, sugerindo que imediatamente acionasse a Justiça do nosso Estado para a efetivação do nosso direito...”.

Considerando que em outra postagem neste BLOG a chapa, através de seus representantes, posiciona-se contrário ao que chama de “isolamento corporativo” e que “...suas representações de classe se mostrem fortes, confiáveis, combativas, eficientes e em condições igualitárias de diálogo com seus interlocutores...”

Considerando também que o senhor está recebendo o apoio do SINDELP na sua candidatura, com vários de seus integrantes na chapa;

Considerando ainda que seu então ASSESSOR DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS estivera por 12 anos a frente do SINDELP, dos quais, 8 como Presidente e 4 como Secretário ou Tesoureiro, provavelmente acompanhando essas discussões;

Pergunto: POR QUE O SENHOR NÃO CONVIDOU TAMBÉM O PRESIDENTE DO SINDICATO PARA COLOCAR SEU PRESIDENTE A PAR DA ALVISSAREIRA SITUAÇÃO?

Esquecimento, por conta de sua cabeça q. estava “fervilhando”? Ou outro motivo? Qual? Aguardo sua manifestação.

Rubenita Pimentel
Candidata à presidência da chapa CORAGEM DE VENCER



Agora AVALIEM, meus colegas, o comportamento de um delegado que se arvora na condição de candidato a Presidente de nossa Associação:


Luiz Fernandes - “...Se o pleito sobre a isonomia foi em 1994 ou 1995, nesse momento não interessa”.


Rubenita – E qual seria esse momento? O Delegado que tem a pretensão de se candidatar à representante de nossa classe, afirma que datas não interessam!


Aliás, esse mesmo senhor, na 1ª. reunião que tivemos na ADEPOL para discutir assuntos relacionados às eleições, afirmou categoricamente: “ ACABEI DE CHEGAR DE UMA VIAGEM E AINDA NÃO LI O ESTATUTO, MAS VOU LER”! E por isso, pediu adiamento para decidir sobre elegibilidade!


Luiz Fernandes -“Até agradeço a referência da data a que a senhora, por motivos óbvios, não poderia desconhecer”.


Rubenita - Meus motivos realmente são óbvios! Como representante classista é meu dever estar atenta não apenas para datas, mas para tudo que diga respeito aos interesses de nossa categoria! Eu não posso desconhecer, mas ele pode?!



Luiz Fernandes - “...estava visitando nossos colegas pelo interior do Estado, o que sempre fiz como Delegado Geral, chegando a totalizar nesses três dias, 18 municípios visitados (apenas no Sul e Sudeste do Estado)”



Rubenita - Como DG se viajou, não fez mais do que sua obrigação, mesmo recebendo diárias! Como servidor, sem lotação, em nenhum afazer que o torne produtivo, merecedor de seu polpudo salário, é uma falta de respeito fazer passeios turísticos em busca de votos, em dias e horários que deveria estar cumprindo uma jornada de trabalho!


Luiz Fernandes - “...Entendo bem os motivos que lhe movem para o questionamento que faz; justificável até, todavia, muito pela resistência a nós e pouco por ideal classista”.

Rubenita - “Ideal classista”? Desde quando esse senhor sabe o que é o ideal de uma categoria? Quando esteve DGeral, preocupou-se apenas com seus interesses! Qual a sua contribuição para a dignificação de nossa classe? Será que ele acredita que se eu não tivesse formado a chapa CORAGEM DE VENCER, poderia vir a se tornar presidente da ADEPOL e lá empregar os mesmos métodos como DG?

Luiz Fernandes - “Sua pergunta não é clara; a senhora está confundindo “alho com bugalho”, ainda assim tentarei responder”.


Rubenita – Se há alguém confuso aqui, é esse senhor! Sua pretensão é tamanha que se arvora a se lançar candidato com o apoio de um sindicato com atuação inexpressiva, sem força ou vontade de querer mudar o rumo de sua triste história!

Confuso é o senhor, Delegado LUIZ FERNANDES, que ainda vive mergulhado na sombra do poder que um dia deteve sobre alguns subordinados amedrontados, subservientes, manipuláveis! Eu, no entanto, nunca lhe servi, nunca me submeti aos seus desmandos, nunca precisei barganhar DAS, lotação ou qualquer favor, mínimo que fosse!


Não lhe devo absolutamente NADA!



E assim como eu, muitos colegas também não lhe devem um voto sequer, que hoje o senhor mendiga! É, LUIZ, seu tempo passou! Chegou a minha vez de fazer pela nossa categoria o que você e seus companheiros de chapa tiveram condições e, por desídia e interesses escusos, deixaram de fazer!!!


Abraços aos colegas e até o dia 15, com CORAGEM DE VENCER e

mudar os rumos de nossa história!
Rubenita Pimentel