"Porque votarei na sua chapa",
Wilson Ronaldo Monteiro
Wilson Ronaldo Monteiro
Delegada RUBENITA PIMENTEL,
Analisando os membros e especialmente sua capacidade, vejo-me na obrigação de dar meu voto a vocês.
Não sou seu cabo eleitoral e muito menos alguém que fará campanha para lhe eleger, todavia, diante de todas as "influências" sofridas por nossa associação junto aos "poderosos" sei que vocês farão uma administração limpa, transparente, colocando a classe acima de qualquer interesse particular.
Não sou seu cabo eleitoral e muito menos alguém que fará campanha para lhe eleger, todavia, diante de todas as "influências" sofridas por nossa associação junto aos "poderosos" sei que vocês farão uma administração limpa, transparente, colocando a classe acima de qualquer interesse particular.
Não somos instrumentos de negociação. Somos bacharéis, concursados e especialmente ... Autoridades policiais. Título que há muito perdemos ou não sabemos o que significa.
Nobre Colega,
Resgate nossa Identidade. Mostre à classe de Delegados onde é usado nosso dinheiro. Preste contas de suas despesas. Enfim... como seu eleitor, estarei lhe cobrando o fortalecimento de uma categoria que você está disposta a fazer... Não use a ADEPOL como UMA JANELA PARA O CÉU.
Espero que vocês sejam eleitos e elevam o nome dos Delegados de Polícia Civil ao seu verdadeiro status, afinal, é hora de mudar.
Wilson Ronaldo Monteiro
Delegado de Polícia civil.
Eis a minha resposta
Obrigada Wilson!
Sei que outros colegas também gostariam de deixar comentários no BLOG da nossa chapa, parecidos com o seu e isso alimenta minha Coragem de Vencer!
Nas nossas rápidas idas até as Seccionais e Divisões (rápidas porque ainda não fui liberada para trabalhar EXCLUSIVAMENTE na campanha) observo a revolta, a indignação e a decepção dos colegas.
Entre tantos dissabores, discute-se a questão salarial.
Hoje nosso Estado se encontra em último lugar, pagando um valor aviltante como salário ao Delegado de Polícia Civil!
O que foi feito de nossa Associação e Sindicato?
Qual a razão desse incômodo silêncio?
Por que os salários dos Defensores são superiores ao nosso?
Por que, nas alterações de nossa Lei Orgânica (nos anos de 2004/06), não foram tratadas questões relevantes para a maioria dos delegados?
A criação de novas Diretorias, ter o DG as honras, remuneração e prerrogativas conferidas aos Secretários de Estado ou a agregar ex-Delegado-Geral e ex-Corregedor-Geral ao Conselho Superior da Polícia Civil durante o período da gestão de seus sucessores, são apenas alguns exemplos da falta de comprometimento com os interesses de uma classe!
Trabalhou-se apenas em causa própria!
Quantas ações populares, quantas ações civis públicas foram interpostas contra a governadora do Estado até agora?
Atribuem à atual Diretoria da Adepol, como um grande feito, o pagamento (a alguns DPCs.) de Precatórios!
Tentam constranger colegas ao voto com a vil alegação de que prestaram um grande favor, concedendo-lhes Assistência Judiciária!
Querem se afirmar como únicos conhecedores da tramitação processual da Isonomia e que outra diretoria colocaria tudo a perder!
Ora, o pagamento dos Precatórios é uma conseqüência jurídica, decorrente do Mandado de Segurança impetrado em 1994!
Ora, a Assistência Judiciária está assegurada
E quanto ao conhecimento do MS referente à Isonomia, ele foi elaborado no ano de 1994 quando o delegado Roberto Pimentel estava à frente da Associação! Quem melhor para entender?
Felizmente a cegueira, a indolência, a falta de conhecimento não corrompeu a inteligência de muitos!
Desses nós receberemos, com orgulho, a anuência na urna.
Um grande abraço com Coragem de Vencer,
Rubenita Pimentel

4 comentários:
Rubenita; teu irmão Roberto Pimentel ainda faz parte da atual Diretoria da ADEPOL e tu também como suplente, porque vocês não fizeram mais parte da atual chapa da situação apoiada pela atual presidente?
Evidentemente porque não fazemos mais parte dos planos de perpetuação da atual presidente. Mas mesmo que tivéssemos sido convidados teríamos declinado do convite. São quase 6 anos de pouco ou quase nenhum resultado. A atuação da atual presidente frustrou nossas expectativas, seja pela falta de maior insistência junto ao governo do Estado, da ausência de ações judiciais como instrumento de cumprimento de nossos direitos e possibilidade de negociação. Seu posicionamento foi muito passivo, principalmente pelas ligações partidárias. A vinculação partidária de um sindicato ou associação fere de morte sua autonomia, principalmente quando o governo dá um tratamento de inimigo. Outros governadores receberam as entidades classistas, mas o atual “governo do povo, da Terra de Direitos” nunca. Pelo que sei, as únicas vezes em que a atual presidente esteve junto da governadora foram nos palanques das eleições municipais/2008 em alguns municípios. Mas com certeza ela não aproveitou para reivindicar nossos direitos. E quanto ao delegado Roberto Pimentel com certeza ele irá se manifestar a respeito.
Meu caro leitor,
Integrando a atual diretoria da Adepol-PA como diretor de Assistência Jurídica fui tolhido em minhas idéias e sugestões de ações contra desmandos da Administração e do atual Governo. No início deste ano, cansado de falar, falar e não ter acolhidas minhas sugestões, fruto de meu conhecimento jurídico e de minha experiência como ex-presidente, apresentei uma pauta de sugestões, principalmente voltadas ao Fórum Mundial. Mas, nada adiantou.
Julgava que a experiência obtida nos 2 anos de uma única gestão, quando consegui, com ajuda dos colegas, conduzir a Adepol-PA a grandes conquistas que ainda estão rendendo, fosse ser melhor recepcionada. Mas, me enganei, provavelmente prevaleceu a fogueira das vaidades ou os interesses ditos inconfessáveis.
Meu caro leitor,
Em aditamento ao meu comentário anterior: - Enquanto presidente da Adepol-PA no biênio 94/95, fui recebido por governadores e seus secretários diante da insistência, pertinácia e uso das prerrogativas. Nossas ações eram divulgadas, tanto pela grande imprensa como pelo INFORMATIVO ADEPOL-PA que circulava regularmente. Nossas críticas eram externadas sem medo, contra quem quer que fosse – delegado geral, secretários de segurança, titular do MP, para citar alguns, mas mesmo assim sobrevivi, mesmo colecionando desafetos, alcançando as vitórias que beneficiaram a todos, sem exceção. Vi com desânimo e decepção a atual presidente da Adepol-Pa se arvorar a resolver sozinha nossos destinos, indo ao encontro do secretário da SEPOF em várias oportunidades sem se fazer acompanhar de alguém da diretoria, principalmente da última vez, às vésperas do Fórum Mundial. O resultado, todos conhecem, o governo do Estado virando as costas para nós. Ninguém, a não ser a senhora presidente da Adepol-Pa e o titular da SEPOF, sabem o que foi tratado naquele encontro secreto. Mas, um coisa é certa, não alcançou a categoria dos delegados de Polícia.
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