Os candidatos DILERMANO e PERPÉTUA se ridicularizam

Indignada! É como me sinto diante da divulgação pela mídia de atos ridículos praticados pelos candidatos DILERMANO e PERPÉTUA, da chapa da situação – convidar alguns aposentados para um café da manhã na Adepol-PA no domingo do Círio. Primeiro na edição de ontem, 09, do DIÁRIO DO PARÁ e hoje no jornal AMAZÔNIA, recorte anexo – clicar na imagem para aumentá-la. E essa idéia grotesca que parece não envergonhá-los, envergonha a mim e certamente aos demais colegas que possuem formação política, a de que candidatos como delegados que são, praticam uma forma de estelionato eleitoral e uso indevido de bens que não são seus – o patrimônio da Adepol-PA. O pseudo prestígio que a dupla quis dar aos nossos colegas aposentados se constitui em cinismo e oportunismo barato, aproveitando um momento religioso para usar a boa fé desses senhores envolvendo com mais imoralidade sua campanha espúria! Por que a ADEPOL, através de sua presidente e seu vice, nos anos passados não abriram as portas da nossa sede para o mesmo fim? Simples, não precisavam dos votos desses honrados senhores, que merecem mais consideração pelo muito que deram à nossa instituição!
Piores coisas podem vir. O que se esperar de uma pessoa como a delegada PERPÉTUA e seu acólito de chapa – delegado DILERMANO? Será que uma delegada de classe "B" que recebe uma remuneração aviltante, tanto como a imensa maioria dos colegas, está usando recursos próprios para promover um café da manhã para 60 pessoas? Vale ressaltar que nos 5 (CINCO) anos como presidente, essa senhora nunca fez uma prestação de contas! E não foi por falta de pedido, pois vários colegas, inclusive esta candidata, suplente da atual diretoria, bem que peticionou e não obteve resposta.
Quanto ao delegado DILERMANO, bi-vice, agora pleiteando emplacar mais um biênio, desta vez como presidente, contrariando o que preconiza o nosso Estatuto, que ele chama de “arcaico” - em 4 anos de mandato como VICE não se preocupou em propor alterações e, ao compactuar com tal imoralidade, somente reafirma o seu objetivo como candidato a presidente da ADEPOL: ajudar a PERPÉTUA continuar NADA fazer!
Que “conquistas” podem ser destacadas pela atual Diretoria da nossa Associação?
Ao ser questionado por mim sobre isso, esse delegado saiu-se com esta: “Os precatórios”! E ouviu de mim o seguinte: “Ora, os precatórios são conseqüências do Mandado de Segurança impetrado em 1994!”. Qual a dificuldade? Somente alguém com esterilidade de idéias e argumentos pode responder de tal forma!
Desprovidos de idéias que possam dignificar a nossa categoria tão humilhada pelo Poder Público, desprovidos de coragem e intrepidez, usam métodos mesquinhos, como se estivessem diante de um “curral eleitoral” quando as pessoas humildes trocam votos por dentaduras, óculos de grau, cestas básicas, passagens de ônibus etc.!
PERPÉTUA e DILERMANO, respeite-nos! Seus atos ridículos também nos atingem e nos ridicularizam! Somos integrantes de uma carreira jurídica, dignos servidores públicos, politizados e, embora com um salário indigno, temos dignidade suficiente pra rejeitar suas manobras repugnantes, insistindo em permanecer na indolência que os acomete há anos!!!
Rubenita Pimentel, Delegada de Polícia Civil
Candidata a presidente pela chapa "Coragem de Vencer"
Rubenita Pimentel, Delegada de Polícia Civil
Candidata a presidente pela chapa "Coragem de Vencer"

4 comentários:
Colega, quero lembrar que as promoções até agora não sairam do gabinete da Governadora. Pergunto - a Sra. Eleita, que proposta teria para atualizar as promoções da categoria do Delegados que se prolonga a novela por nove anos?
Colega desejo de vc + q cafe da manhã, com vc desejo o pagamento de isonomia, atualização de nossa promoção, etc. Aposto em vc. juntos com a coragem de vencer.
Delegada RUBENITA, suas propostas refletem a necessidade da categoria de Delegados em ter uma entidade que de fato e de direito corresponda os propositos para que foi criada - defender os interesses de seus membros - trabalho no interior e desejo saber como vai agir na defesa de seus membros no interior - caso eleita. Não desejo me identificar por possível represálias.
1)Já há muito tempo, pelo menos 5 anos,a ADEPOL-PA deveria ter ajuizado ação para obrigar o Governo a cumprir a lei quanto as promoções (progressão funcional). E uma ação judicial resguardaria a prescrição qüinqüenal. No meu caso, minha promoção a classe C ocorreu em 2003, referente ao ano de 1996, ou seja, com sete anos de atraso, sem que tenha sido pago o retroativo. Se a ADEPOL ou o SINDICATO tivesse ido à Justiça, a respectiva ação já tinha chegado ao seu trânsito em julgado. E já estaríamos cobrando o retroativo. E com certeza o Governo já havia regularizado a situação. É um descumprimento à lei, sem que as entidades tenham esboçado qualquer reação nesse sentido. Na presidência da ADEPOL irei providenciar um imediato estudo da situação e ajuizar a competente ação. É o que está faltando. Cada delegado que assume a Delegacia-Geral tem se omitido em solucionar a situação junto ao Governo. No caso do LUIZ FERNANDES, prestigiadíssimo no governo anterior, tanto que é o recordista (4 anos) no cargo em comissão, ele foi omisso. E as entidades, entre as quais a ADEPOL-PA, também ficaram a ver a “banda passar”! E os atuais dirigentes ainda querem a re-re-reeleição!
2)Se todos estivéssemos ganhando uma remuneração condigna, o café da manhã teria outro objetivo, que não seria a caça de votos de aposentados. É inconcebível essa letargia da atual presidente da Adepol-Pa, cujo vice-presidente que é candidato a atual presidência é cúmplice dessa omissão, ficar meses sem mostrar serviço. Ela é a delegada que melhor ganha, pois recebe sem fazer nada, a disposição da Adepol-Pa para ficar vendo o tempo passar. E alguns colegas ainda não se deram conta dessa situação. Mas a oportunidade de mudar é agora, votando com CORAGEM DE VENCER!
3)Irei visitar os colegas nos municípios e obter “in loco” as informações, reclamações e sugestões, documentando com imagens e depoimentos as necessidades de cada um. E assim, poder pleitear com conhecimento de causa, os nossos direitos.
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