quinta-feira, 12 de novembro de 2009



O embuste do pedido de intervenção


Qual a intenção de veicular no site da ADEPOLPA (atualmente em parceria exclusiva com a chapa “Avançar muito mais ainda nas conquistas?”) a notícia intitulada “INTERVENÇÃO FEDERAL NO PARÁ”, de que o TJ-PA acolheu, em sessão na manhã do dia 11 do corrente, 5 (cinco) dos 7 (sete) pedidos de intervenção no Estado do Pará?

A questão de pedido de intervenção, assim como o processamento da governadora Ana Júlia Carepa, foram assuntos deliberados em assembléias da ADEPOL-PA em 2008 porque a governadora descumprira, como deixou de cumprir até então, decisão do TJ-PA em prol da categoria.

Entretanto essas deliberações nunca foram efetivadas pela presidente Maria Perpétuo, ficando patente que ela so cumpre o que os associados deliberam se for de sua conveniência.

Poderia agora o site da ADEPOL-PA, não somente noticiar (desnecessariamente) o que toda a grande mídia paraense fez, também se apresentar como autora de um desses pedidos de intervenção se a atual presidente tivesse cumprido seu dever. Mas, se tivesse cumprido o que ficou deliberado em assembléia iria incomodar a cumpenhêra Ana Júlia, de quem é correligionária de carteirinha.


Mas essa suposta correlação partidária ainda não trouxe nenhum resultado positivo para a categoria. São quase três de governo e Ana Júlia Carepa até então não atendeu ao pleito maior da categoria, deixando seus secretários triupudiarem das pretensões dos Delegados de Polícia, como aconteceu por ocasião do Fórum Mundial Social.

A única "notícia" dessa correlação foi o mal contado encontro entre Ana e Maria com o “objetivo a reabertura do diálogo com os delegados de polícia, que estava fechado desde a greve da categoria deflagrada por ocasião do Forum Social Mundial” (sic), que até agora, passado mais de um mês, nem um til a mais foi acrescentado.


Um comentário:

Anônimo disse...

O processo de eleição se concretiza, de certo ou errado, porém até o momento não vejo nem noticiário da prestação de contas. Será que teremos de acionar judicialmente um dever estatutário da gestão que se encerra. De certo modo vejo apreensivo o passar das contas (que nem foram feitas) cade o meu dinheiro.